Há quem conquiste muito.
E, mesmo assim, sinta um silêncio por dentro
difícil de explicar.
Não é ingratidão.
É só que, às vezes, o que parecia tão certo
não acalma como se imaginava.
Nem sempre é falta.
Às vezes, é só cansaço de tanto tentar.
De tanto ir atrás do que disseram que traria sentido.
E ainda assim… faltar alguma coisa que não tem nome.
Talvez o que a alma espere
não esteja nas metas,
mas nos momentos.
Um riso que vem sem esforço.
Um abraço que não pede nada em troca.
Um tempo em que se pode apenas ser.
Não existe resposta pronta.
Mas há gestos simples
que, mesmo pequenos, tocam fundo.
E é ali — quase sem que a gente perceba —
que a vida começa a fazer sentido novamente.
Publicado por Bia Mundal
Olá, eu sou Bia Mundal.
Sou escritora motivacional e acredito no poder transformador das palavras.
Não o poder que grita, mas o que sussurra com verdade, toca onde ninguém vê e acende pequenas luzes dentro da gente.
Escrevo a partir da minha própria travessia:
espiritualidade vivida com leveza, resiliência silenciosa, cura emocional e a arte de existir com mais presença e sentido.
Acredito que cada palavra carrega um destino.
E que, quando nasce com alma, ela encontra quem precisa ler.
Este espaço é um abrigo.
Um lugar para respirar fundo, se escutar com mais gentileza, se reconhecer — e, quem sabe, se reencontrar.
Se alguma palavra minha te tocar,
então tudo já terá valido a pena.
Bem-vindo ao 'Sinfonia de Palavras", e
que essa jornada, de algum modo, também possa ser sua. ✨
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A complexa dicotomia entre conquista externa e satisfação interna. Ele descreve um sentimento de vazio, um “silêncio por dentro”, que persiste mesmo após grandes realizações. Isso não é necessariamente ingratidão, mas um descompasso entre as expectativas e a realidade da busca por um sentido, muitas vezes ditado por pressões externas ou pela exaustão de perseguir o que “disseram que traria sentido”.
A essência da mensagem está na distinção entre metas e momentos. Você sugere que a verdadeira plenitude pode não residir em grandes conquistas ou respostas prontas, mas sim na simplicidade dos gestos e momentos autênticos: um riso espontâneo, um abraço desinteressado, a liberdade de “apenas ser”. É nesses instantes, quase imperceptíveis, que a vida encontra seu sentido renovado, longe da pressão por resultados ou do cansaço da busca incessante.
Bom dia e um excelente domingo!
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Bom dia! Que resposta bonita e sensível à complexidade de sentir-se “cheio de conquistas, mas vazio por dentro”. Talvez o que preenche mesmo a alma não sejam os marcos visíveis, mas os instantes leves, silenciosos e verdadeiros, onde não precisamos provar nada, só existir. Que o seu domingo seja cheio desses pequenos grandes momentos. ✨
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