Amor

A alegria que vem de dentro

A alegria mais bonita é aquela que chega sem fazer alarde.

Não depende de grandes conquistas, nem precisa ser anunciada.

Ela simplesmente acontece.

Num fim de tarde em que você decide caminhar sem pressa pela natureza,

e repara na dança das folhas, no som discreto do vento,

como se a vida quisesse te lembrar que respirar já é um presente.

Ela aparece quando você sai para tomar um sorvete e, por algum motivo,

o sabor parece mais doce do que lembrava.

Ou quando ri até perder o fôlego ao lado de quem te entende,

sem precisar de muitas palavras.

Às vezes, a alegria chega quando seu animal de estimação encosta devagar,

e naquele gesto, existe um tipo de amor que não se explica.

A genuína alegria mora nessas cenas pequenas,

que a gente quase não nota — mas sente.

Não exige esforço, nem perfeição.

Só presença.

E quando ela vem, mesmo que por instantes,

algo dentro da gente se alinha.

O tempo desacelera, a mente silencia,

e o coração sorri —

como se dissesse: “É disso que eu precisava.”

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