O medo é antigo.
Ele mora nas profundezas da mente, tentando nos manter seguros.
E de certa forma… ele tenta mesmo ajudar.
Nos alerta. Nos freia. Nos protege.
Mas o medo não sabe distinguir perigo real de crescimento.
E por isso, às vezes, ele nos paralisa justo quando a vida está nos chamando para avançar.
O novo assusta porque não oferece garantias.
Não vem com mapas, nem promessas de sucesso.
Ele exige algo que poucos de nós aprendemos a cultivar:
confiança no invisível.
confiança em si.
Mas e se você for mesmo capaz?
E se esse medo for só um guardião da porta certa?
E se não for preciso estar 100% pronto, mas apenas 100% presente?
Vai com medo mesmo.
Vai tremendo, se for o caso.
Mas vai.
Porque continuar parado onde já não faz sentido também é um risco.
E há algo dentro de você — bem quieto, bem verdadeiro —
que já sabe que chegou a hora de seguir.
Você não precisa de coragem perfeita.
Precisa só de movimento.
Porque no caminho, o medo diminui, e a clareza cresce.
