Sabedoria não é acúmulo de respostas.
É saber fazer silêncio quando o ego quer gritar.
É não precisar vencer para se sentir em paz.
É entender que, às vezes, perder é ganhar descanso.
E que nem todo confronto precisa ser enfrentado
alguns só precisam ser deixados.
Sabedoria é escolher a leveza, mesmo quando se tem razão.
É perceber que não vale a pena carregar o que pesa demais só para não soltar primeiro.
Ela não se impõe.
Não se veste de orgulho.
Não chega de repente.
Sabedoria vem devagar, no tempo da vida.
Nos tombos que viram lição.
Nas esperas que viram fé.
Nas dores que, com o tempo, viram compaixão.
Ser sábio não é saber tudo
é saber o que deixar passar.
É ouvir mais do que falar.
É aceitar que algumas coisas a gente entende só quando para de resistir.
Porque a sabedoria verdadeira não se apressa — ela floresce quando a gente aprende a ouvir com o coração calmo.
