Existem momentos silenciosos em que a vida sussurra: “é hora de recomeçar”.
E talvez você nem tenha percebido, mas algo dentro de você já está se movendo. Um cansaço que virou discernimento. Um desapego que se transformou em liberdade. Uma dor que, sem alarde, está dando espaço para florescer outra coisa.
Que o novo ciclo não traga pressa, mas presença.
Que não exija provas, mas traga paz.
Que seja menos sobre grandes mudanças e mais sobre pequenos acordos com a sua verdade.
Talvez você não saiba ainda onde tudo isso vai dar. E tudo bem. Às vezes, o caminho só se mostra quando damos o primeiro passo.
Que venha, então, um tempo de mais escuta e menos ruído.
De mais leveza e menos cobrança.
De mais pausas com sentido do que corridas sem direção.
Que nesse novo ciclo você se olhe com mais gentileza, se permita ser múltiplo(a), se acolha nas partes que ainda doem, mas que continuam firmes.
E que você celebre quem é — mesmo quando ainda está em construção.
Porque há beleza na travessia.
E coragem em cada renascimento.
Que venha o novo. E que seja leve.
