Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

O corpo também sonha

Há algo de mágico no instante em que nos permitimos mover sem medo.

Quando deixamos que o corpo fale, que o gesto flua, que o ritmo venha de dentro — não para agradar, mas para libertar.

Liberdade não é ausência de limites.

É a dança entre o que somos e o que escolhemos ser.

É o corpo que se estica, que se dobra, que se abre — não só para o mundo, mas para si mesmo.

Movimento é vida em estado puro.

É quando o silêncio se transforma em pulso.

Quando a dor vira passo,

e a dúvida, impulso.

Transformar-se dói, sim. Mas também expande.

Cada curva nova é uma versão de si que antes estava adormecida.

Cada mudança é uma chance de renascer com mais verdade, mais leveza, mais inteireza.

O corpo sabe.

A alma sente.

E juntas, elas se reinventam

em liberdade.

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