É a escolha que nasce do silêncio interior, não da pressa do mundo.
É dizer “sim” com inteireza e “não” sem culpa.
Liberdade é quando o corpo respira leve e a alma não precisa se justificar.
É quando a roupa veste o espírito, e o caminho não precisa ser explicado para fazer sentido.
Não se trata de ausência de laços, mas de vínculos que não sufocam.
Às vezes, liberdade se manifesta na pausa.
Outras vezes, no movimento.
Pode ser um passo tímido na direção certa, ou um grito manso que rompe expectativas.
É leve, mas firme.
É suave, mas valente.
É a arte de ser inteiro, mesmo quando tudo ao redor pede metades.
Liberdade não se grita — se vive.
É quando se reconhece o próprio valor ao ponto de não mendigar aceitação.
É um estado de verdade, onde o ser floresce sem pedir licença.
E talvez, no fim das contas, liberdade seja isso:
não ter que se encaixar para pertencer.
