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“Eduardo e Mônica”: um amor que não segue manual

Ele ainda estava descobrindo o mundo. Ela já carregava um pouco mais de história nos olhos.

Ele gostava de cinema de aventura, ela falava de arte e filosofia. Ele sonhava com o primeiro carro, ela com o próximo destino no mapa. Dois ritmos diferentes. Dois jeitos de olhar a vida.

Mas foi justamente ali, na diferença, que algo raro aconteceu.

Eduardo e Mônica não é só uma música — é quase uma crônica sobre os encontros improváveis que, quando são de verdade, encontram seu jeito de acontecer.

É sobre o amor que não precisa de semelhança, só de sintonia. Que não exige que tudo combine — só que se complemente.

Eles não tinham os mesmos gostos, os mesmos planos, as mesmas fases. Mas tinham curiosidade um pelo outro.

E isso bastou para começarem a construir algo bonito — no tempo deles, com os erros deles, com a poesia deles.

“Eduardo e Mônica” nos lembra que amar é, muitas vezes, abrir espaço.

Espaço para o diferente.

Espaço para mudar de ideia.

Espaço para crescer juntos, mesmo vindo de caminhos tão distintos.

Talvez seja por isso que a música segue viva até hoje:

porque fala de um tipo de amor que não segue regras — só sentimentos.

E no fundo, todo mundo sonha com um amor que desafie a lógica, mas faça todo o sentido no coração.

E você? Já viveu, ou ainda espera por, um amor tipo Eduardo e Mônica?

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