Às vezes, a cobrança mais silenciosa — e mais cruel — vem de dentro.
Você já reparou que talvez esteja esperando de si algo que não espera de mais ninguém?
Ser forte sempre.
Acertar tudo.
Não falhar.
Dar conta.
Ser compreensiva com os outros… e impiedosa consigo.
É sutil. Você vai se adaptando, empurrando sentimentos pra depois, dizendo “está tudo bem” mesmo quando não está. Vai acumulando pendências emocionais que não cobra de ninguém, mas cobra de si.
E quando não atinge o padrão que criou (ou que te ensinaram a seguir), vem o cansaço que não descansa, a culpa que não tem nome, o vazio que não se preenche.
Mas e se você pudesse olhar para si com mais gentileza?
E se reconhecesse que está fazendo o melhor possível, com o que tem hoje?
E se aceitasse que não é fraqueza descansar, dizer “não”, pedir ajuda, sentir?
Talvez a cura comece quando a sua expectativa sobre você deixa de ser uma exigência… e se transforma em cuidado.
