O Peso Invisível das Expectativas

Expectativas externas que vestimos sem perceber

Nem sempre a gente percebe, mas vai se vestindo de silêncios que não são nossos.

De sorrisos automáticos.

De obrigações que parecem vir com a vida — e que ninguém ousa questionar.

É como se, em algum momento, a gente tivesse aprendido que “ser bom” é atender expectativas.

Dos pais. Dos outros. Da sociedade.

E então, sem querer, vamos nos moldando.

Cuidando para não decepcionar.

Respondendo como esperam.

Agindo como dizem que é “o certo”.

Mas chega uma hora em que algo dentro de nós começa a pesar.

Porque aquilo que vestimos para agradar não combina mais com quem somos.

Reconhecer esse peso é o primeiro passo.

Nem tudo que te pedem é o que você precisa entregar.

Nem toda expectativa é justa.

Nem todo “tem que” é real.

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