Vivemos num mundo que premia a pressa, a performance, a produção constante.
Mas há um momento em que o corpo cansa, a mente satura e a alma… silencia.
É nesse espaço de pausa que começa algo novo — não do lado de fora, mas dentro.
A quietude não é ausência.
É presença pura.
É o instante em que deixamos de correr atrás de respostas e começamos a escutar as que já estavam ali o tempo todo.
Nesse lugar silencioso, os ruídos do ego se dissolvem.
A necessidade de provar, conquistar ou controlar perde força.
E surge um estado mais leve, onde simplesmente se pode estar.
Redescobrir a paz interna é um processo.
Às vezes dói, porque nos tira das ilusões que sustentávamos.
Mas também liberta, porque nos devolve àquilo que sempre foi verdadeiro.
A quietude não exige perfeição.
Ela convida à presença.
E é aí que mora o real poder:
no simples ato de respirar, sentir, existir — sem se perder de si.
